• Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo - 117 Anos

Estudo p/ Pequenos Grupos

PERDÃO DOS PECADOS
I João 1.9

 

O perdão dos pecados sobre a base da justiça de Cristo: o concedido se aplica a todos os pecados, passado, presente e futuro. Isto não significa que não necessitamos orar mais por perdão, pois a consciência do pecado fica mais refinada que nunca, quando se busca repetidamente a consoladora segurança do perdão. Referências: Sl. 25.7; Sl 32.5; Sl 51.1; Mt 6.12.

 

O perdão de pecados na Confissão de Fé de Westminster:

 

(a) Capítulo XI – Da Justificação: § V – "Deus continua a perdoar os pecados dos que são justificados. Embora eles jamais poderão decair do estado de justificação, poderão, contudo, incorrer no paternal desagrado de Deus e ficar privados da luz do Seu rosto, até que se humilhem, confessem os seus pecados, peçam perdão1 e renovem a sua fé e o seu arrependimento”. Referência: I Jo 1.6- 9.

 

(b) Capítulo XV – Do Arrependimento Para a Vida: § VI – “Como cada pessoa é obrigada a fazer a Deus confissão particular de seus pecados, pedindoLhe o perdão2 dos mesmos; e, abandonando-os, achará misericórdia; assim também, aquele que escandaliza a seu irmão ou a Igreja de Cristo, deve estar pronto, por uma confissão particular ou pública do seu pecado e do pesar que por ele sente, declarar o seu arrependimento aos que são ofendidos; isso feito, estes devem reconciliar-se com ele e recebê-lo em amor”.
Referências: Pv 28.13; Tg 5.16.

 

(c) Capítulo XVI – Das Boas Obras: § VI – Não podemos, por meio de nossas melhores obras, merecer da mão de Deus o perdão3 de pecado, ou a vida eterna, porque é grande a desproporção que há entre elas e a glória por vir, e infinita a distância que há entre nós e Deus, a quem não podemos ser úteis nem quitar a dívida de nossos pecados anteriores; mas, sendo boas as obras, elas procedem do Espírito; e, como são realizadas por nós, elas são manchadas e misturadas com tantas fraquezas e imperfeições, que não podemos suportar a severidade do juízo divino”. Referências: Rm 3.23-24; Ef 2.4,5,8; Sl 130.3-4.


Rev Célio Gomes de Azevedo